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lunes, 3 de junio de 2013
lunes, 27 de mayo de 2013
Ler e Escutar - LIÇÃO DE VIDA, POR CHICO XAVIER
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,
mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia
mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo,
escurecerão meus olhos...
mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...
mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...
mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos
e escorrerão por minha alma...
mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
mesmo sabendo que o mundo é pequeno...
que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um
é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois....
E CONCRETIZADA NO AMOR!
Francisco Cândido Xavier
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domingo, 26 de mayo de 2013
Ler e Escutar - História da língua no Brasil
No início da colonização portuguesa no Brasil (a partir da descoberta,
em 1500), o tupi (mais precisamente, o tupinambá, uma língua do litoral
brasileiro da família tupi-guarani) foi usado como língua geral na colônia, ao
lado do português, principalmente graças aos padres jesuítas que haviam
estudado e difundido a língua. Em 1757, a utilização do tupi foi proibida por
uma Provisão Real. Tal medida foi possível porque, a essa altura, o tupi já
estava sendo suplantado pelo português, em virtude da chegada de muitos
imigrantes da metrópole. Com a expulsão dos jesuítas em 1759, o português
fixou-se definitivamente como o idioma do Brasil. Das línguas indígenas, o
português herdou palavras ligadas à flora e à fauna (abacaxi, mandioca, caju, tatu, piranha),
bem como nomes próprios e geográficos.
Com
o fluxo de escravos trazidos da África, a língua falada na colônia recebeu
novas contribuições. A influência africana no português do Brasil, que em
alguns casos chegou também à Europa, veio principalmente do iorubá, falado
pelos negros vindos da Nigéria (vocabulário ligado à religião e à cozinha
afrobrasileiras), e do quimbundo angolano (palavras como caçula, moleque e samba).
Um
novo afastamento entre o português brasileiro e o europeu aconteceu quando a
língua falada no Brasil colonial não acompanhou as mudanças ocorridas no falar
português (principalmente por influência francesa) durante o século XVIII,
mantendo-se fiel, basicamente, à maneira de pronunciar da época da descoberta.
Uma reaproximação ocorreu entre 1808 e 1821, quando a família real portuguesa,
em razão da invasão do país pelas tropas de Napoleão Bonaparte, transferiu-se
para o Brasil com toda sua corte, ocasionando um reaportuguesamento intenso da
língua falada nas grandes cidades.
Após
a independência (1822), o português falado no Brasil sofreu influências de
imigrantes europeus que se instalaram no centro e sul do país. Isso explica
certas modalidades de pronúncia e algumas mudanças superficiais de léxico que
existem entre as regiões do Brasil, que variam de acordo com o fluxo migratório
que cada uma recebeu.
No
século XX, a distância entre as variantes portuguesa e brasileira do português
aumentou em razão dos avanços tecnológicos do período: não existindo um
procedimento unificado para a incorporação de novos termos à língua, certas palavras
passaram a ter formas diferentes nos dois países (comboio e trem, autocarro e ônibus, pedágio eportagem).
Além disso, o individualismo e nacionalismo que caracterizam o movimento
romântico do início do século intensificaram o projeto de criação de uma
literatura nacional expressa na variedade brasileira da língua portuguesa,
argumento retomado pelos modernistas que defendiam, em 1922, a necessidade de
romper com os modelos tradicionais portugueses e privilegiar as peculiaridades
do falar brasileiro. A abertura conquistada pelos modernistas consagrou
literariamente a norma brasileira
Artigo retirado do site:
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